4 coisas mentalmente prejudiciais que dizemos às crianças o tempo todo

As crianças têm cérebros frágeis. Se o pequeno Jimmy de 10 anos de idade, bate com a cabeça contra o chão, sofrerá um dano maior do que se o pai de 35 anos de idade recebe o mesmo golpe.
A maioria de nós sabemos instintivamente isso. O que muitas vezes ignoramos, porém, é o fato de que as crianças têm os cérebros não só fisicamente mais frágeis, mas também mentalmente. Psicólogos compararem o cérebro de uma criança com a suave e impressionável plasticina. Se o pai de Jimmy, que lhe diz umas duras palavras, estas podem afectar o pequeno durante anos.
Essas palavras aparentemente inofensivas podem afetar o desenvolvimento psicológico de sua vida adulta.
Abaixo você pode ver uma lista de 5 frases prejudiciais que as crianças ouvem com muita freqüência.
1 – “você É muito sensível”.

Segundo os psicólogos, muitas crianças simplesmente nascem com um sistema nervoso mais finamente sintonizado. Como resultado disso, reagem de forma rápida e intensamente a quase tudo. Os pais dessas crianças, muitas vezes cometem o erro de impedir que a sensibilidade saia para o exterior.
Com o tempo, isso deixa a química do cérebro da criança “fora de jogo” e reduz a sua capacidade de identificar-se com os outros. Depois de tudo, se lhes ensina que as suas emoções não são importantes, porque eles iriam pensar que as emoções do resto das pessoas são importantes?
A psicóloga infantil Elinor Bashe incentiva os pais a ouvir e aceitar as emoções de uma criança, mesmo se não parecem lógicas.
2 – “é a vida”.
Quando seu filho chega em casa chateado porque rejeitaram seu pedido de dança, pode ser tentador dizer: “Bem, assim é a vida“. Mas o que de verdade sugere essa frase é “Ei – lo que se tem passado não é importante, assim, que segue em frente“
Isso pode ser totalmente apropriado dizer a alguém de 25 anos de idade, nas mesmas circunstâncias. Mas o cérebro de uma criança é fisicamente incapaz de compreender o fato de que suas experiências não são únicas. Quando se lhes diz que, se sentirão culpados, frustrados e confusos.
Em vez disso, você deve validar sua experiência e incentivar a sua resiliência (capacidade que tem uma pessoa para superar circunstâncias traumáticas).
3 – “Porque eu digo”.

Eu entendo. O pequeno Jimmy recusa-se a ir dormir às 8 horas, se você não sabe por quê. Sua mãe, exasperada, que lhe disse: “Quer saber por quê? Por que o que eu digo.“
Essa é uma resposta terrível. Tende a criar ressentimento em crianças, já que os obriga a aceitar uma crença dogmática. Isto conduzirá inevitavelmente a uma luta de poder quando a criança aprende a encontrar respostas por si mesmo que questionam a autoridade de seus pais.
Em contrapartida, apesar de parecer frustrante, por que não responder a pergunta? Isto é, se suas decisões de criação baseiam-se na lógica – por que não compartilhá-los com o seu filho? Ajudá-los a entender que, às vezes, a autoridade sabe realmente o que é melhor.
4 – “Cale a boca”.
As crianças aprendem muito cedo que a frase ‘cale a boca‘ entende-se como um insulto. E sejamos sinceros – a última pessoa que deveria estar ofendendo a uma criança é o seu pai. Agora, o mais provável é que tenha uma boa razão para dizer a seu filho ‘cale a boca‘.
A razão é provável que seja que você está sobrecarregado. O compreendemos. Seu filho não vai parar de cantar, como Justin Bieber e isso é muito frustrante. Mas em vez de dizer que é rua, por que não explicar que – bem, a mãe teve um dia longo e difícil e que ela realmente apreciava um pouco de silêncio?
Melhor ainda, de a seu filho a oportunidade de fazer todo o barulho que quiser e díaales que, no momento do ‘X’, têm que estar em silêncio.
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Fonte: David Wolfe
